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Todos os 30 setores da indústria estão confiantes, aponta CNI

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) - Resultados setoriais registrou, em junho, o segundo mês consecutivo de confiança disseminada entre toda a indústria. O indicador subiu em 29 dos 30 setores analisados pela  Confederação Nacional da Indústria (CNI) .  “Essa consolidação de uma confiança mais alta, disseminada por toda a indústria, é importante, pois aponta para um segundo semestre positivo. Empresários confiantes tendem a produzir, contratar e investir mais”, explica o gerente de Análise Econômica, Marcelo Azevedo. A confiança caiu em apenas um deles: Outros equipamentos de transporte (-1,1 ponto). Mesmo assim, o índice ficou em 57,6 pontos, bem acima da linha divisória de 50 pontos. O ICEI varia de 0 a 100. Valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário e quanto mais acima de 50 pontos, maior e mais disseminada é a confiança. Valores abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança do empresário e quanto mais abaixo de 50 pontos, maior e mais dissemi
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Conforme dados do CNI, indústrias mantém crescimento em abril

  O crescimento das atividades industriais aconteceu no mês de abril, considerado o pior mês da pandemia de covid-19, com aumentos dos índices da produção e do mercado de trabalho, segundo relata a matéria publicada no portal R7 publicada no dia 11.06.2021 com o título " Indústria mantém crescimento durante piora da pandemia, diz CNI ". O CNI realiza a publicação mensal dos dados através dos indicadores industriais, portanto, todo levantamento tem como base o histórico do mercado. Os dados mostram que as horas trabalhadas na produção cresceram 0,7% em abril de 2021, após alta de 1,1% no mês anterior e a utilização da capacidade instalada continuou elevada e mostrou novo crescimento em abril, mantendo-se acima de 80% pelo segundo mês consecutivo. O emprego neste setor continuou crescendo, os índices da massa salarial também voltaram aos níveis de antes da pandemia, após aumento de 1,6% em abril. É a segunda alta consecutiva, que já havia registrado crescimento de 1% em ma

Sistema de Consórcios em abril/2021: dados econômicos

De janeiro a abril de 2021, sistema de consórcios apresentou desempenhos recordes nas vendas de novas cotas. Essas cresceram em quatro dos seus seis segmentos de atuação. Além disso, entre os principais indicadores do setor destacados pela  ABAC , apenas contemplações registraram queda, enquanto todos os demais cresceram em relação ao mesmo período do ano passado. O Sistema de Consórcios vem batendo outros recordes, como nos negócios realizados, ao crescer 59,4% sobre o total do ano passado. Isso significa R$ 64,46 bilhões de créditos comercializados, contra R$ 40,43 bilhões em 2019. Outro recorde alcançado no período foi em participantes ativos, ao atingir 7,95 milhões de consorciados em abril.  Confira, no quadro abaixo, outros resultados de janeiro a abril, em comparação com o mesmo período do ano passado. Fonte: ABAC - Dados completos  https://bit.ly/2cgvEug

CNI divulga perfil da indústria nos 26 estados e no Distrito Federal

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresenta as principais características da indústria nos 26 estados e nos Distrito Federal, em comemoração ao dia da indústria em 25 de maio. A data simboliza a importância do setor para o desenvolvimento e riqueza para o país, geração de emprego e bem-estar social. De acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, apesar de todas as oportunidades desperdiçadas pelo país ao longo dos anos, o Brasil continua dispondo de uma boa base industrial.  “Temos uma estrutura industrial diversificada, com empresas inovadoras; competência acumulada na área de ciência e tecnologia; e empresários e trabalhadores que sempre foram capazes de realizar grandes feitos quando confrontados com ambientes propícios e políticas adequadas”, afirma o Robson Braga de Andrade. Os salários mais altos são pagos pela indústria, R$ 7.556 para profissionais com nível superior, contra uma média nacional de R$ 5.887. Além disso, o setor tem forte poder de gerar cr

indústria tem retomada moderada em março, mostra pesquisa da CNI

  Os  indicadores industriais  de março, medidos pela  Confederação Nacional da Indústria (CNI) , mostram que a atividade industrial de março foi positiva e compensou parte das perdas de fevereiro. O faturamento cresceu 2,2% em março e recuperou mais da metade da queda de 3,6% em fevereiro. As horas trabalhadas aumentaram 0,9% em março. O emprego registrou o oitavo mês de avanço consecutivo. “Os dados de março revertem parcialmente as perdas de fevereiro e mantém a atividade industrial em patamar acima do pré-pandemia. Na comparação com março de 2020, quando a indústria enfrentava a necessidade de paralisar suas operações por conta da pandemia, as altas da atividade são expressivas.”, diz o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo. Acesse a entrevista com o gerente Marcelo Azevedo Além disso, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) mantém patamar elevado, em 81,1%. Alta de 0,4 pontos percentuais em relação a fevereiro e consolida um nível persistentemente superior

Entendendo as MPs 1045 e 1046

  As empresas já estão podendo aderir ao Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm), além das novas alterações que flexibilizam as regras trabalhistas. Entendendo as medidas Estão valendo duas Medidas Provisórias, a MP 1.045 que funcionará nos mesmos moldes da MP 936 de 2020 que permite o acordo da redução de salário e a suspensão temporária do contrato de trabalho. Além da (MP) 1.046 que permitirá às empresas, entre outras coisas, adiar o recolhimento do FGTS e a antecipar férias dos colaboradores. Entenderemos cada uma delas mais profundamente agora! MP 1.045 – BEm 2021 A MP 1.045 permite que os empregados e empregados realizem um acordo para a redução da jornada e salário proporcionalmente, bem como a suspensão total e temporária do contrato de trabalho. O programa permite acordos de redução de salário em 25%, 50% e 70% e terão validade por até 120 dias, para que os trabalhadores não fiquem no prejuízo, a parte ao qual a empresa deixa de pagar, será p

Indústria brasileira faz a sua parte na redução de emissões

A indústria tem participação de 20,4% no PIB brasileiro. Mesmo assim, os processos industriais são responsáveis por apenas por 6% das emissões nacionais de gases de efeito estufa. Boa parte da explicação para esse feito está no forte uso de fontes renováveis na geração de energia e a acelerada modernização tecnológica do parque industrial brasileiro, com máquinas e equipamentos cada vez mais eficientes e que consomem menos energia. Enquanto a participação de renováveis na geração elétrica dos países da  OCDE  está em torno de 18% a 27%, no Brasil as fontes renováveis representam 83% da matriz elétrica. “Há décadas, a sustentabilidade está na estratégia da indústria brasileira, que não só usa a matriz energética a seu favor, mas está constantemente se atualizando para aumentar sua eficiência”, explica Mônica Messenberg, diretora de Relações Institucionais da  Confederação Nacional da Indústria (CNI) . Para mostrar os feitos do setor em prol da transição para uma economia de baixo